Mostrando postagens com marcador Down. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Down. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de março de 2013

21 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN


BRASIL BEM REPRESENTADO NA II CONFERÊNCIA DA ONU PELO DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN(Inclusive: Inclusão e Cidadania)

VÍDEO INTERNATIONAL DE DOWN - COALIZÃO MUNDIAL DE SÍNDROME DE DWON

ATOR DO FILME 'COLEGAS' REALIZA SONHO E CONHECE SEAN PENN

CONHEÇA O SITE "USINA DE INCLUSÃO)

CONHEÇA O BLOG "DEFICIENTE CIENTE"

VIDA MAIS LIVRE: COMPARTILJAR IDÉIAS PARA ELIMINAR BARREIRAS





domingo, 30 de setembro de 2012

"Colegas", filme estrelado por um trio de atores com síndrome de Down, é premiado



Trio de atores com síndrome de Down se emocionou
Foto: Edison Vara/Pressphoto
Cinema
Estrelado por um trio de atores com síndrome de Down, "Colegas", de Marcelo Galvão, faturou o Kikito de melhor filme da 40ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A cerimônia de premiação foi realizada na noite deste sábado (18) no Palácio dos Festivais.

De maneira leve, divertida e sem autopiedade, o road movie de Marcelo Galvão é uma aula de inclusão social. A jornada dos personagens Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pokk) e Márcio (Breno Viola) arrancaram muitos risos da plateia na serra gaúcha. De longe, o filme foi o mais aplaudido durante e depois da sessão no Palácios dos Festivais.

"Queria agradecer a essa equipe e a Rita, Ariel e Breno. A nossa projeção aqui foi maravilhosa. O filme foi aplaudido várias vezes em cena e de pé ao final. Isso para nós foi o maior prêmio", discursou Galvão após receber o Kikito das mãos do cineasta Arnaldo Jabor.

Além de melhor filme, "Colegas" levou para casa os prêmios de direção de arte e especial do júri, para os atores Ariel, Rita e Breno. No palco, os três choraram e fizeram um discurso emocionado: "Nós somos Down perante a sociedade, mas perante Deus somos normais", disse Ariel. Exatamente como faz no filme, Breno arrancou gargalhadas da plateia: Ganhar esse periquito (Kikito) aqui é muito gratificante", brincou.

Favorito dos defensores de um cinema mais autoral, "O Som ao Redor" ficou com os prêmios da crítica, do júri popular, de desenho de som e de direção, para o pernambucano Kleber Mendonça Filho. "Jorge Mautner - O Filho do Holocausto" ficou com os prêmios de roteiro - para Pedro Bial - fotografia e montagem.

Na premiação de melhor ator e atriz, nenhuma surpresa. Marat Descartes, que interpreta um ator aspirante ao sucesso em "Super Nada", era imbatível. O Kikito de melhor atriz também era certo que sairia do trio de "O que se Move", Andrea Marquee, Cida Moreira ou Fernanda Vianna. Ficou com esta última.
Na mostra competitiva de filmes estrangeiros, o uruguaio "Artigas, la Redota", de Cesar Charlone, levou o prêmio de melhor filme. O longa-metragem do diretor uruguaio radicado no Brasil, cuja trama retrata o herói nacional do país, faturou também os prêmios de melhor direção, melhor ator, do júri popular e da crítica.

A categoria curta-metragem premiou o baiano "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira, ganhador de cinco Kikitos, incluindo o de melhor filme. O gaúcho "Casa Afogada" também saiu de Gramado com quatro prêmios, entre eles o de melhor diretor, para Gilson Vargas.

Todos os premiados
Longas-metragens brasileiros
Melhor filme: "Colegas", de Marcelo Galvão
Melhor diretor: Kleber Mendonça Filho, por "O Som ao Redor"
Melhor ator: Marat Descartes ("Super Nada")
Melhor atriz: Fernanda Vianna ("O Que se Move")
Melhor roteiro: Pedro Bial ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")
Melhor fotografia: Gustavo Hadba ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")
Melhor montagem: Leyda Napoles ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")
Melhor direção de arte: Zenor Ribas ("Colegas")
Melhor trilha musical: André Abujamra ("Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!")
Melhor desenho de som: Pablo Lamar e Kleber Mendonça Filho ("O Som ao Redor")
Prêmio do júri popular: "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho
Prêmio da crítica: "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho
Prêmio especial do júri: Ariel Goldenberg, Breno Viola e Rita Pokk ("Colegas")

Longas-metragens latino-americanos
Melhor filme: "Artigas, la Redota"(Uruguai), de Cesar Charlone
Melhor diretor: Cesar Charlone, por "Artigas, la Redota"(Uruguai)
Melhor ator: Jorge Esmoris, por "Artigas, la Redota"(Uruguai)
Melhor roteiro: Eduardo del Llano Rodríguez, por "Vinci"(Cuba)
Melhor fotografia: Boris Peters e Larry Peters, por "Leontina" (Chile)
Prêmio do júri popular: "Artigas, la Redota" (Uruguai), de Cesar Charlone
Prêmio da crítica: "Artigas, la Redota" (Uruguai), de Cesar Charlone
Menção honrosa: Daniel Fernández e Mariana Pereira, pela direção de arte de "Artigas, la Redota"(Uruguai)
Menção honrosa: Luciano Supervielle, pela trilha de "Artigas, la Redota"(Uruguai)
Menção honrosa: Osvaldo Montes, pela trilha de "Vinci"(Cuba)

Curtas-metragens nacionais
Melhor filme: "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
Melhor diretor: Gilson Vargas ("Casa Afogada")
Melhor ator: Thomas Vinícius de Oliveira e Emanuel de Sena ("Menino do Cinco")
Melhor atriz: Sabrina Greve ("O Duplo")
Melhor roteiro: Marcelo Matos de Oliveira ("Menino do Cinco")
Melhor fotografia: Bruno Polidoro ("Casa Afogada")
Melhor montagem: Gustavo Forte Leitão ("Di Melo - O Imorrível")
Melhor direção de arte: Iara Noemi e Gilka Vargas ("Casa Afogada")
Melhor trilha musical: Marcos Azambuja ("Funeral à Cigana")
Melhor desenho de som: Gabriela Bervian ("Casa Afogada")
Prêmio do júri popular: "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira Prêmio especial do júri: "A Mão que Afaga", de Gabriela Amaral Almeida
Prêmio da crítica: "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira.

Fonte: G1 RS/Márcio Luiz

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

DOWNEX - software para auxiliar a alfabetização de crianças e adolescentes com síndrome de Down



Ameliara Freire criadora do Downex
Downex
Foi lançado na internet um software interativo para auxiliar a alfabetização de crianças e adolescentes com síndrome de Down. O Downex, como foi batizado, visa acelerar o reconhecimento de palavras e sons e se faz uma alternativa mesmo quando há um caso de hiperatividade, o que quase sempre dificulta o processo de aprendizagem.

De acordo com a mentora do projeto, Ameliara Freire, a iniciativa surgiu na graduação, fruto de dificuldades encontradas em seu próprio cotidiano. "Meu irmão, hoje com 25 anos, tem a síndrome e a alfabetização sempre foi um problema em seu desenvolvimento. O pensamento foi criar forma de facilitar esse aprendizado", explica. O programa teve um projeto inicial quando a jovem ainda cursava sistemas de informação, em 2006, e tomou moldes de produto aplicável em um tratamento pedagógico este ano, em seu projeto de mestrado.

Simples e com uma interface colorida, o Downex foi concebido para manuseio por parte da criança junto a um adulto responsável. Após escolhida uma das letras do alfabeto (ainda com 23 caracteres, sem a incorporação de k, y ou w), a criança é levada a uma tela em que deve identificar imagens e palavras que tenham início com a letra selecionada.

Simples e com uma interface colorida, o Downex foi concebido para manuseio por parte da criança junto a um adulto responsável. Após escolhida uma das letras do alfabeto (ainda com 23 caracteres, sem a incorporação de k, y ou w), a criança é levada a uma tela em que deve identificar imagens e palavras que tenham início com a letra selecionada.

Além de cores, o aluno ainda tem o recurso sonoro que identifica cada figura, facilitando a associação do vocábulo. "É uma ferramenta fantástica. Conseguimos fixar a atenção mesmo em pacientes hiperativos e automatizar conhecimentos relacionados às letras trabalhadas. Além disso, o exercício contínuo com o mouse facilita o desenvolvimento da coordenação motora, muito relevante nestes casos", afirmou a fonoaudióloga Andressa Viana, uma das primeiras profissionais a realizar testes com o software junto a pacientes com down.

No site também serão criados perfis para professores e administradores, de forma que relatórios dos usuários possam ser acessados e comparados, permitindo uma melhor avaliação de seu progresso. "A aceitação por parte da criança vem porque a atividade se apresenta de forma divertida, mas essa ação não substitui professor ou aprendizado tradicional, é apenas uma forma de permitir um acompanhamento contínuo que acelere essa formação intelectual, em casa ou na escola", finaliza Freire.

O endereço do Downex é www.downex.com.br.

Fonte: Diário de Pernambuco 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

20 A 26 DE AGOSTO - SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


 20 A 26 DE AGOSTO - SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
REFLEXÃO: "A VIDA NÃO NOS EXIGE SACRIFÍCIOS INATINGÍVEIS; ELA NOS PEDE QUE FAÇAMOS NOSSO CAMINHO COM ALEGRIA NO CORAÇÃO E QUE SEJAMOS UMA BÊNÇÃO PARA OS QUE NOS RODEIAM, DE FORMA QUE, SE DEIXARMOS O MUNDO APENAS UM POUQUINHOS MELHOR DO QUE ERA ANTES DA NOSSA VISITA, TEREMOS CUMPRIDO A NOSSA MISSÃO." (Drº Bach)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A história de Nobuyuki Tsujii, pianista cego e com síndrome de Down


Nobuyuki Tsujii
Nobuyuki Tsujii nasceu em 13 de setembro de 1988. É um pianista e compositor japonês que compartilhou seu primeiro prêmio com Haochen Zhang, da China, no XIII Concurso Internacional de Piano em 2009.
Nobuyuki Tsujii nasceu cego, mas era dotado de grande um talento para a música. Na idade de dois anos, começou a tocar Jingle Bells em um piano de brinquedo depois que ouviu sua mãe cantarolando a melodia. Iniciou seus estudos de piano formal na idade de quatro anos.
Em 1995, com a idade de sete, Tsujii ganhou o primeiro prêmio na música de Associação Japonesa Helen Keller para alunos cegos.
Em 1998, aos 10 anos, estreou com a Orquestra de Osaka. Ele deu o seu primeiro recital de piano no salão pequeno da Suntory Hall em Tóquio, aos 12 anos.
Ele fez sua estreia no exterior com apresentações nos Estados Unidos, França e Rússia. Em outubro de 2005, chegou à semifinal e recebeu o Prêmio da Crítica no 15º Concurso Internacional de Piano Chopin, em Varsóvia, na Polônia.
Em abril de 2007, Tsujii ingressou na universidade de música e graduou-se em março de 2011. Tsujii competiu na Van Cliburn Piano em 2009 e ganhou medalha de ouro com Haochen Zhang. Ele também foi agraciado com o Prêmio Beverley Taylor Smith pelo melhor Desempenho.  Tsujii foi um dos concorrentes de forma proeminente no filme documentário sobre a competição Van Cliburn, 2009, “Uma surpresa no Texas”, que foi transmitido pela primeira vez na televisão PBS em 2010.
Além de ser um pianista, Tsujii é também um compositor. Aos 12 anos, ele realizou sua própria composição “O canto da rua”, em Viena.
Em 2010-2011, ele compôs a música-tema para um filme japonês, bem como um drama da televisão japonesa.
Comentários sobre Tsujii
No documentário “Uma surpresa no Texas”, Van Cliburn jurado e um exímio pianista, disse: “Tenho a maior admiração por Nobuyuji. Deus tomou seus olhos, mas lhe deu o dom físico e mental para investir no piano. Ele tocou o concerto de Chopin com tal doçura, mansidão e sinceridade, é profundamente comovente. Eu não conseguia parar de chorar quando saí da sala. “
John Giordano, diretor musical de Orquestra Sinfônica,  que presidiu o júri do concurso Cliburn, disse em 2010: “Ele é incrível. Nós fechamos nossos olhos e é tão grande que é difícil conter as lágrimas. Nobuyuji tocou a maior parte de Hammerklaiver Sonata nº 20 sem problemas. Para qualquer pessoa, é extraordinário. Mas, para alguém que aprendeu de ouvido é incrível.”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

VÍDEO: Construir uma Escola Inclusiva - Tijolos de Sonho


 Vídeo de um trabalho para a a disciplina de Necessidades Educativas Especiais, no âmbito de promover a Escola Inclusiva. A música é simplesmente maravilhosa. Chama-se Tijolos de Sonho e é dos G2.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Reflexão: Um círculo de amigos


"Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo." — Efésios 2:13
Muitos estudantes de ensino médio que têm autismo ou síndrome de Down sentem-se excluídos e ignorados. Eles frequentemente comem sozinhos em uma lanchonete cheia de pessoas porque outros estudantes não sabem como se relacionar com eles ou simplesmente não se importam. Para lidar com esta necessidade, uma fonoaudióloga iniciou o “Círculo de amigos” — um programa que une estudantes em duplas: um estudante com algum tipo de incapacidade e outro sem nenhuma para almoços e atividades sociais. Por meio disso, estudantes com necessidades especiais e aqueles sem incapacidades que se tornaram seus amigos são continuamente enriquecidos e transformados pelo dom da aceitação, da amizade e compreensão.
Ser incluído está no cerne do evangelho de Cristo. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia […] estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos” (Efésios 2:4-5). Por meio da fé em Cristo, nós que antes estávamos longe, fomos aproximados pelo sangue de Cristo (v.13).
Nosso lugar privilegiado como membros da “família de Deus” (v.19) deveria nos dar olhos para ver e corações para preocupar-nos com aqueles ao nosso redor que são ignorados e estão solitários. Se hoje, cada um de nós se preocupasse em ser solidário a alguém, quanta diferença isso faria para todos nós.
_______________________________
                     Seja amigo e encoraje o solitário; fortaleça o cansado.
Devocional Nosso Andar Diário - http://ministeriosrbc.org

DATAS VIVENCIADAS EM DEZEMBRO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

#IBAB CAMPANHA DE NATAL  https://www.youtube.com/watch?v=i6di-ufXDrI (1) # CAMANHA DAS CORES: DEZEMBRO VERMELHO DIA MUNDIAL DE COMBATE A AID...