Educação na PERSPECTIVA inclusiva, social, humanitária, por Princípios, ambiental, sustentável, ecológica, estética. Pedagogia da Esperança, Autonomia, Crítica
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domingo, 21 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
DOWNEX - software para auxiliar a alfabetização de crianças e adolescentes com síndrome de Down
Ameliara Freire criadora do Downex
Downex
Foi lançado na internet um software interativo para auxiliar a alfabetização de crianças e adolescentes com síndrome de Down. O Downex, como foi batizado, visa acelerar o reconhecimento de palavras e sons e se faz uma alternativa mesmo quando há um caso de hiperatividade, o que quase sempre dificulta o processo de aprendizagem.De acordo com a mentora do projeto, Ameliara Freire, a iniciativa surgiu na graduação, fruto de dificuldades encontradas em seu próprio cotidiano. "Meu irmão, hoje com 25 anos, tem a síndrome e a alfabetização sempre foi um problema em seu desenvolvimento. O pensamento foi criar forma de facilitar esse aprendizado", explica. O programa teve um projeto inicial quando a jovem ainda cursava sistemas de informação, em 2006, e tomou moldes de produto aplicável em um tratamento pedagógico este ano, em seu projeto de mestrado.
Simples e com uma interface colorida, o Downex foi concebido para manuseio por parte da criança junto a um adulto responsável. Após escolhida uma das letras do alfabeto (ainda com 23 caracteres, sem a incorporação de k, y ou w), a criança é levada a uma tela em que deve identificar imagens e palavras que tenham início com a letra selecionada.
Simples e com uma interface colorida, o Downex foi concebido para manuseio por parte da criança junto a um adulto responsável. Após escolhida uma das letras do alfabeto (ainda com 23 caracteres, sem a incorporação de k, y ou w), a criança é levada a uma tela em que deve identificar imagens e palavras que tenham início com a letra selecionada.
Além de cores, o aluno ainda tem o recurso sonoro que identifica cada figura, facilitando a associação do vocábulo. "É uma ferramenta fantástica. Conseguimos fixar a atenção mesmo em pacientes hiperativos e automatizar conhecimentos relacionados às letras trabalhadas. Além disso, o exercício contínuo com o mouse facilita o desenvolvimento da coordenação motora, muito relevante nestes casos", afirmou a fonoaudióloga Andressa Viana, uma das primeiras profissionais a realizar testes com o software junto a pacientes com down.
No site também serão criados perfis para professores e administradores, de forma que relatórios dos usuários possam ser acessados e comparados, permitindo uma melhor avaliação de seu progresso. "A aceitação por parte da criança vem porque a atividade se apresenta de forma divertida, mas essa ação não substitui professor ou aprendizado tradicional, é apenas uma forma de permitir um acompanhamento contínuo que acelere essa formação intelectual, em casa ou na escola", finaliza Freire.
O endereço do Downex é www.downex.com.br.
Fonte: Diário de Pernambuco
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Cientista desenvolve sistema que permite desenhar e escrever com os olhos
Câmeras que detectam movimento dos olhos sobre tela de computador ajudará pessoas com doenças limitadoras se comunicarem
Um cientista francês desenvolveu um sistema para escrever e desenhar em uma tela de computador usando apenas o movimento dos olhos, tecnologia que poderá ajudar pessoas que sofrem de esclerose lateral amiotrófica, a mesma doença que acomete o cientista Stephen Hawkin, ou quem tem a síndrome do encarceramento, como Jean-Dominique Bauby, que teve sua história relatada no filme Escafandro e a Borboleta . O estudo foi publicado on-line no periódico Current Biology.
"Trabalho com pacientes que sofrem de esclerose lateral amiotrófica (ELA), que perdem os movimentos dos membros e a capacidade de engolir. O que lhes resta é a motricidade ocular”, disse Jean Lorenceau, pesquisador do Centro de Pesquisas do Instituto do Cérebro e da Medula Espinhal, vinculado ao Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) francês.
O sistema desenvolvido é um protótipo e ainda não está disponível para vendas. Ele funciona como se fosse uma página em branco na tela do computador. Com o uso de um aparelho já conhecido que grava os movimentos oculares através de uma câmera, permite que se escreva ou desenhe com fluidez.
Outros dispositivos semelhantes já desenvolvidos permitem apenas que a pessoa selecione letras ou palavras sobre uma tela. O aparelho de Lorenceau traz maior autonomia para quem perdeu os movimentos.
O desafio foi ajudar o olho a fazer movimentos suaves, já que sobre um fundo estático o globo ocular só produz uma sucessão de sacudidas irregulares. Lorenceau lançou mão, então, de um truque: a ilusão de ótica "reverse-phi", descoberta pelo americano Stuart Anstis em 1970.
Este truque oferece "uma espécie de apoio móvel" aos olhos para ajudá-los a fazer movimentos regulares. São necessárias de duas a quatro sessões de treino de meia hora para controlar os movimentos do olho e traçar letras e figuras na tela.
Além das evidentes possibilidades para as pessoas deficientes, este sistema tem outras aplicações profissionais (tenistas, pilotos ou bailarinos), em que a precisão do movimento dos olhos é importante.
A informática e a robótica empregada na ajuda de pessoas com mobilidade reduzida são cada vez mais sofisticadas. Uma experiência americana recentemente divulgada mostrou que pessoas tetraplégicas conseguiam manipular um robô com a força do pensamento, graças a um sistema de eletrodos implantado no cérebro.
(Com agência France-Presse)
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Informática e Educação Especial: cursos a distância para professores
Hoje, para download, disponibilizamos o estudo Informática e Educação Especial:cursos a distância para professores, de autoria de Fernanda Maria Pereira Freire.
Resumo:
Estudos têm mostrado o potencial clínico-educacional que as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) representam para a Educação Especial, revelando questões teórico-práticas importantes para a melhoria dos programas educacionais e favorecendo acesso à informação/conhecimento. Nesse sentido é fundamental que as TIC estejam atreladas a uma proposta educacional visando resultados satisfatórios. Torna-se, então, necessário preparar o profissional para integrar as TIC à sua atuação objetivando o aprendizado/desenvolvimento deseus alunos. Este trabalho discute a utilização da Internet como meio de desenvolver cursos deformação de profissionais da área de Educação Especial. Serão apresentados dados do Curso de Formação do Projeto Proinesp (SEESP/FENAPAES- Brasil) desenvolvido no ambiente de suporte ao ensino-aprendizagem TelEduc do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade Estadual de Campinas, SP-Brasil. O Projeto Proinesp formou em dois anos cerca de500 profissionais de 120 instituições de todo território nacional. A escolha da modalidade a distância para a realização de cursos justifica-se pela necessidade de se desenvolver programas deformação em serviço para um grande número de profissionais sem deslocá-los de suas instituições de origem minimizando-se custos operacionais e garantindo o caráter teórico-prático da formação visando o atendimento da diversidade constitutiva da realidade educacional.
Para baixar, CLIQUE AQUI.
sábado, 9 de junho de 2012
Aplicativo para celular guia deficientes visuais por voz
Qualquer pessoa que possua o aplicativo pode enviar e receber informações sobre determinadas localidades, que são transmitidas na forma de áudio.[Imagem: Igor de Carvalho Maia/USP Imagens]
Guia vocal
Pesquisadores da USP desenvolveram um aplicativo para celulares que ajuda deficientes visuais locomoverem-se pela cidade.
O Smart Audio City Guide - guia auditivo inteligente para cidade, em tradução livre - rendeu aos estudantes Renata Claro, Gabriel Reganati e Thiago Silva, o terceiro lugar na Imagine Cup, um concurso de inovação promovido pela Microsoft.
O aplicativo utiliza informações geolocalizadas e GPS, sendo alimentado por informações de qualquer usuário da rede, de maneira colaborativa.
Interação por voz
Qualquer pessoa que possua o aplicativo poderá enviar e receber informações sobre determinadas localidades, que são transmitidas na forma de áudio.
Por exemplo, pode-se enviar a informação "aqui há um orelhão" para o sistema, que registra automaticamente a localidade.
Na próxima vez que um usuário do aplicativo estiver passando pelo mesmo local, ele recebe a informação enviada anteriormente.
O usuário também pode receber as informações ao tocar a tela do aparelho em qualquer ponto.
Servidor melhor
O aplicativo será gratuito para os usuários, que só precisarão baixá-lo em seu aparelho.
Por causa da competição, promovida pela Microsoft, o Smart Audio City Guidefoi desenvolvido para Windows Phone, mas está sendo aperfeiçoado para ficar mais acessível e para que seja disponibilizado em outros aparelhos.
Os estudantes planejam disponibilizar o aplicativo para download gratuito até o final do ano - eles dependem de um melhor servidor para gerenciar as informações, uma vez que o equipamento atual suportaria apenas um número limitado de usuários.
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